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Resenha: O Pequeno Príncipe visita a Chapada Diamantina e Colorindo com o Pequeno Príncipe (Christiane Couve de Murville)

em quinta-feira, 24 de março de 2022

O Pequeno Príncipe visita a Chapada Diamantina, de Christiane Couve de Murville, foi lançado em 2022 pela Toca Livros.  Um livro que, com certeza, agradará crianças, jovens e adultos.


Alguns personagens continuam a nos encantar ao longo do tempo, e carregam sua magia para novos lugares e novas histórias.  É assim, através das palavras e dos traços da autora e ilustradora Christiane Couve de Murville, que o jovem príncipe viaja por terras brasileiras, através de uma visão sensível e criativa. 


A série As viagens do Pequeno Príncipe foi inspirada livremente na obra original do escritor e ilustrador francês Antoine de Saint-Exupéry, publicada em 1943; o texto se tornou de domínio público em 2015.

 


O livro original, O Pequeno Príncipe, um clássico da literatura universal, com certeza foi marcado pela beleza e intensidade da obra. Ele foi escrito e ilustrado durante a Segunda Guerra Mundial, e continua encantando adultos e crianças até os dias atuais. Não é à toa que o livro está entre os mais vendidos em todo mundo.

 

A Chapada Diamantina é um verdadeiro santuário ecológico.  Sua aura de mistérios e segredos fazem as lendas se confundirem com as experiências contadas por mineradores e antigos moradores, aumentando ainda mais o fascínio pela região, levando até lá inúmeros turistas de todo o mundo.

 

É nas proximidades da vila de pedra Igatu que o jovem príncipe chega à Chapada a bordo de uma estrela cadente, buscando uma rosa do deserto.    A estranha luz no céu chama a atenção de mineradores e turistas, mas fenômenos assim são consideravelmente comuns nesse lugar cercado de magia. 



O encontro do Pequeno Príncipe com o minerador local, que sonhava com um diamante que lhe traria inúmeras riquezas, provaria que o valor da vida está muito além dos bens materiais.  Disposto a ajudar o garoto na busca pela rosa do deserto, o simples homem lhe mostra as belezas da Chapada se deparando com mistérios e segredos desse lugar mágico, levando-os por cachoeiras e poços encantados.

 

Christiane nos faz viajar através de seu texto e suas ilustrações por diversos pontos turísticos desse lugar fascinante, encantador e receptivo.  Um lugar com uma energia especial, onde segundo contam, fenômenos acontecem, discos voadores surgem no céu, pessoas desaparecem e portais se abrem para outras dimensões.

 

Dessa vez a autora apostou em um texto mais robusto, com uma história que se desenvolve em paralelo com suas ilustrações.  O livro é super colorido, fazendo uma composição perfeita com as imagens.  O traço dinâmico dá vida aos desenhos nos encantando a cada página.  Se tudo isso já não bastasse, por fim a autora deixa uma linda mensagem para os leitores. 


Com 72 páginas, folhas brancas, fonte e espaçamento de ótimo tamanho, O Pequeno Príncipe visita a Chapada Diamantina conta com inúmeras ilustrações.  O livro é um encanto de pura magia.  Para os que se interessam pelo tema, a trilogia A Caverna Cristalina, da mesma autora, também se passa no mesmo ambiente; as resenhas se encontram aqui no blog.  

 


 

Outra dica maravilhosa é o livro Colorindo com o Pequeno Príncipe a Chapada Diamantina.  Com 44 páginas e a dimensão de 20x27cm, a obra estampa as ilustrações para colorir e um resumo do texto do livro principal.  Uma atividade que agradará a todos, afinal, dentro de cada um de nós há sempre uma criança que anseia por ser feliz.

 

 

O Pequeno Príncipe visita a Chapada Diamantina
Ilustrações : Christiane Couve de Murville
Revisão :  Nadja Moreno
Dimensão:  14.8 x 21cm
Páginas : 72
ISBN 978-65-00-31361-1
 
 
 Colorindo com o Pequeno Príncipe a Chapada Diamantina
Ilustrações : Christiane Couve de Murville
Revisão :  Nadja Moreno
Dimensão:  20 x 27cm
Páginas :44
ISBN 978-65-00-32158-6
 
 Onde Comprar 


Confira os outros livros da 
Christiane de Murville
 

A vida como ela é
Esse  livro encontra-se disponível na Livraria Cultura.


Sobre a Autora:

https://www.instagram.com/christiane_de_murville/https://www.facebook.com/christiane.couvemurville



 Christiane Isabelle Couve de Murville cursou Escola Panamericana de Arte, fez curso de escultura em Pedra e Argila no Museu Brasileiro da Escultura e de Valorização Gráfica promovido pelo Centro de Educação Transdisciplinar, CETRANS/USP.  Circulou por vários ateliers de desenho, pintura, escultura e cerâmica.

Publicou a trilogia A Caverna Cristalina e o A vida como ela é, no Brasil e na França, e o Até quando?  O vai e vem e o Até Quando? A Prisão, além de livros e artigos acadêmicos.  Faz ilustrações de seus livros, também disponíveis em audiolivros pela Tocalivros.com.  Tem dupla nacionalidade, brasileira e francesa.

Graduada, mestre e doutora em Psicologia Clínica pela Universidade de São Paulo (USP), com especialização em psicodrama e orientação profissional, Christiane Isabelle Couve de Murville também é bacharel em Ciência da Computação pela USP.  Dedicou sua carreira ao atendimento psicológico individual e grupal de crianças, jovens e adultos, e ofereceu oficinas de teatro espontâneo em contextos variados.

 * Livro recebido gentilmente da autora.
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Apresentamos 51ª edição da Divulga Escritor: Revista Literária da Lusofonia.    Vamos juntos conhecer e compartilhar com os amigos esta maravilhosa revista literária.  Como sempre, ela está recheada de coisas boas  e você pode conferir gratuitamente através do link no final do post, ou clicando na foto da capa.    Já deu pra ver que está incrível!
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Divulgação: Bala Sete (Autografia

 Em seu romance de estreia, Aléxis Kiosia cruza passado, presente e futuro numa ousada caça ao autoconhecimento


  

Bala Sete pretende ser modificador para quem a lê

 

E se um deus, demônio ou ventríloquo te manipulasse e previsse seu destino? E se suas tentativas de ler Nietzsche e a sua dor insuportável na cadeira do dentista estivessem sendo comandadas por um narrador que te conhece melhor do que você mesmo? Em Bala Sete (ou Uma Elaborada Forma de Suicídio), o leitor é instigado, como se estivesse num jogo de espelhos, a pensar se é de fato dono da própria história, num livro que marca a estreia de Aléxis Kiosia na literatura. 

 

 

O romance é contado por um narrador responsável por personagens complexos e sedutores, em especial obcecado por tudo o que se pareça ELA. “Tentei surpreender e fugir de clichês, além de deixar diálogos os mais realistas que consegui”, conta. Cada capítulo de Bala Sete tem uma música como tema, além de ser nomeado com uma palavra "intraduzível" de algum idioma do mundo.

 

 

O livro é uma ficção autobiográfica e todos os personagens são baseados em pelo menos uma pessoa real. O objetivo de Kiosia é quebrar expectativas, confundir o leitor enquanto as peças do quebra-cabeça se encaixam. Um protagonista sem nome, Camila e um narrador que tem o leitor como cúmplice em seu jogo formam Bala Sete, numa jornada do herói às avessas e um castelo de cartas se desconstruindo enquanto o mundo interno está a ruir. 

 

Em busca do cheiro de laranja, numa alusão ao autoconhecimento, mas indo pelo caminho oposto ao dos livros de autoajuda, a leitura desta obra transborda, mistura e tende a modificar quem a lê. É um livro sobre conhecer estradas (ou linhas), onde o passado, o presente e o futuro se encontram em uma atmosfera que se assemelha aos filmes de Charlie Kaufman e David Lynch. 

 


Bala Sete é informalmente dividido em duas partes: a primeira metade é pueril, e a segunda é mais forte, intencionalmente confusa e experimental. De uma paixão adolescente, com encontros no shopping, passeios no centro da cidade e zero preocupações, ao luto, depressão, pressões familiares e relações desesperadas. No meio, o narrador manipulando ativamente a história ou reescrevendo trechos mesmo depois que tudo já aconteceu.

 

 

Aléxis Kiosia acredita que o texto, harmoniosamente encaixado, teve influência da sua atuação como engenheiro de software. Escritor por hobby desde a adolescência, se acostumou com a limitação de três páginas que a profissão lhe deu. Foi pouco antes da pandemia que resolveu se preparar para "quebrar" a limitação e investiu em cursos de escrita e criação com Lourenço Mutarelli. 

 

 

Começado em 2002, muitas ideias maturaram na cabeça do autor até Bala Sete nascer.  “Foi um processo doloroso, terapêutico e libertador. O título do livro é o final do livro. O que eu mais quero com esse livro é fazer os leitores dizerem ‘EITA’ enquanto leem”, entrega.

 

 

 Sobre o autor: 

 

Aléxis Kiosia nasceu em 1986. Se perde entre palavras, músicas e traços. No tempo livre, sustenta seus vícios e seus gatos com um emprego comum. Nasceu em Campinas e mora em São Paulo.

 

Bala Sete (ou Uma Elaborada Forma de Suicídio)

Formato: 14x21cm

Preço: R$ 45,90

 

* Release de Divulgação.  Não necessariamente expressa a opinião do blog.

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Divulgação: Miragem (Autografia)

 Autor guarulhense lança livro de suspense e investigação policial e assume escrita madura na sua primeira obra

 


Uma bela jovem é encontrada morta no interior de uma residência. O suspeito do homicídio, um respeitável senhor de provecta idade, ao invés de fugir, retorna ao local e entra em confronto com os policiais militares presentes. Após uma vida inteira desperdiçada na busca de bens materiais, será possível recomeçar a própria existência? Vale o preço a ser pago?

 

Miragem (Autografia) é de autoria de Cláudio Sérgio Alves Teixeira, seu terceiro livro escrito, primeiro publicado, e narra essa história de suspense, sob a forma de inquérito policial. O crime se torna cada vez mais obscuro, conforme os fatos vão sendo apurados.

 

Com a necessidade de contar uma história, o livro nasceu como um conto, que depois se tornou um dos capítulos do mesmo. Levou quase dois anos para ficar pronto e revela sempre mais e mais camadas à medida que se avança nela. Os fatos vão sendo continuamente nebulosos, tal qual a natureza humana. Para o autor, Miragem tem a função de entreter um público qualificado, que não aceita uma obra rasa, que gosta de ter sua atenção e inteligência desafiadas pelo quebra-cabeça que vai surgindo com as apurações do crime que está sendo investigado.

 

Um romance policial, sem o ser, pelo menos não na forma clássica. Ele segue a estrutura de um inquérito policial, com portaria de instauração, oitivas de pessoas e relatório conclusivo, mas isto é apenas a forma para "enganar" o leitor, assim como as personagens estão sempre a se enganar mutuamente. “Tudo é dissimulação”, diz Cláudio.

 

O livro parte de uma premissa simples: a de que todas as relações sociais, sejam pessoais, profissionais e institucionais, são definidas por anseios nem sempre confessáveis. “Isso torna a verdade algo inalcançável. Tudo é Miragem”, reforça o Cláudio, uma vez que não temos condições de perceber a real natureza do mundo e das pessoas com quem convivemos, apenas os traços que são deixados à mostra.

 

A busca incessante pela beleza, juventude, ética, prazer sensorial e conforto material podem levar a situações tão ambíguas quanto adversas, nas quais a verdade é algo de que se deve manter distância.

 

Sobre o autor:

 

CLÁUDIO SÉRGIO ALVES TEIXEIRA nasceu em 1974 e cresceu na periferia de Guarulhos/SP. Desde criança viveu entre o mundo real e o imaginário, buscando neste o alento para as vicissitudes daquele. Cursou Letras (1997) e foi professor. Graduado em Direito, (2007), foi aprovado em concurso público para o cargo de Promotor de Justiça, o que lhe permite contato com o melhor e o pior da espécie humana.

 


Miragem

Páginas: 320

Formato: 16x23cm

Preço: R$ 58,90 

 

* Release de divulgação.  Não necessariamente expressa a opinião do blog. 

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