Porque para mim o que mais importa é a viagem.
Enquanto uns queimam os livros de Paulo Coelho, eu leio! Nos anos sessenta muitos jovens sonhavam com um mundo sem fronteiras, viviam em grupos, usavam cabelos compridos e roupas coloridas. Além de seguir filosofias de mestres espirituais, pregavam paz, amor e usavam drogas livremente. Muitos acreditavam que eles eram marginais ou desocupados, que não tomavam banho e eram uma ameaça para a sociedade. Mas eles eram hippies, e esse livro conta um pouco dessa história.









